Talvez ninguém entre e fique até o final comigo, porque ninguém tem paciência de agüentar todas as minhas manias, paranóias, neuroses, idiotices, criancices, chatices, medos, inseguranças […] Talvez seja isso mesmo, ficar sozinha, seguir sozinha, só vendo entradas e partidas de pessoas que tanto foram e ainda são importantes na minha vida, mas que hoje, nem se lembram mais, pois se foram, sem ter paciência como sempre. Mas eu sigo, mesmo sabendo que ainda vou ter que suportar todas essas dores de ver pessoas importantes pra minha vida irem embora, por simplesmente não conseguir mudar, ser assim […] Tão eu.